Quanto mais religioso o país, mais pobre ele tende a ser?
O texto de Hélio Schwartsman apresenta a visão da secularização , que sugere que o desenvolvimento econômico naturalmente empurra a religião para a esfera privada ou para o desaparecimento. Hélio Schwartsman Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de “Pensando Bem…” Resumo do Texto na Folha de São Paulo O artigo argumenta do jornalista da folha diz que existe uma correlação negativa entre religiosidade e riqueza nacional: quanto mais fiel é um país, geralmente mais pobre ele é (com a exceção dos EUA). O autor sugere que: A pobreza pode ser o motor da religião, pois e m ambientes de insegurança, as pessoas buscam conforto na fé. Benefícios individuais porque, dentro da pobreza, ser religioso ajuda o indivíduo (redes de apoio, hábitos saudáveis), mas isso não se traduziria necessariamente em riqueza nacional imediata. E, por fim, o paradoxo protestante, países que enriqueceram via ética protestante foram os primeiros a abandonar a religião após atingirem o bem-estar e a in...